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Banco recompra dívidas para ampliar o crédito consignado
30-Jun-2008

Em meio a um cenário cada vez mais difícil para conquistar clientes, os bancos especializados em consignado investem na recompra de dívidas como forma de fidelizar consumidores de concorrentes. A oferta de empréstimos de prazo mais longo para quitação de débitos antigos é cada vez mais comum na estratégia de instituições financeiras para obter maior fatia de mercado e driblar restrições do governo impostas a esse tipo de empréstimo.

O jogo de "rouba-montes" do sistema financeiro tem-se intensificado pelo fato de os índices de crescimento do crédito consignado terem-se estabilizado nos últimos meses. Números do Banco Central mostram que o saldo dos empréstimos com desconto em folha atingiu R$ 71,935 bilhões em maio deste ano, avanço de 28,3% na comparação com o mesmo mês de 2007. De janeiro a maio de 2008, no entanto, o crescimento foi de 11,2%, enquanto no mesmo período de 2007 havia sido de 16,4%. "A recompra de dívida é uma estratégia que o mercado usa. O Arbi não é tão agressivo quanto os demais nesse quesito, porque é um risco grande a correr. Na recompra, o banco paga a dívida do cliente para o outro banco, só que demora cerca de 24 horas até o órgão liberar a margem consignável para realizarmos novo empréstimo", diz Luís Fernando Pessôa, diretor executivo do banco Arbi. Nesse período, a instituição corre o risco de outro banco fazer o empréstimo. "[A operação] só fica perfeita quando o órgão averba a margem consignável do consumidor", diz.

Segundo o executivo, o objetivo dessa estratégia é obter clientes dos concorrentes e ampliar a carteira de empréstimos. "Como o consignado já está amplamente disseminado em seu público-alvo, hoje as carteiras podem ser ampliadas mais com a disputa por clientes que já estão no portfólio do concorrente", completa.

A maior parte dos bancos oferece prazos mais longos e volumes maiores de empréstimos depois que ao menos 50% da dívida já foi quitada no concorrente. "A nossa estratégia é oferecer taxas menores para nos tornarmos mais atraentes ao consumidor."

Para Márcio Peppe, sócio diretor da consultoria BDO Trevisan, a estratégia dos bancos na recompra de dívidas está se refletindo em uma ampliação dos prazos médios adotados no mercado. Os números do BC apontam que nos últimos 12 meses o prazo médio do crédito pessoal - que inclui os empréstimos com desconto em folha de pagamentos - subiu 65 dias, para 489 dias. No ano, a alta foi de 29 dias. "Os números indicam que as operações contratadas tiveram prazos maiores. Uma prática que deve estar puxando esse prazo é a recompra de dívidas de clientes de outros bancos", afirma o especialista.

O Cruzeiro do Sul é um dos bancos que adotam a estratégia de recompra de dívidas. "Parte pequena da nossa originação é assim", afirma Fausto Guimarães, superintendente de Relações com Investidores da instituição.

O executivo explica que a estratégia é ter o cliente no portfólio e, normalmente, são discutidas taxas mais baixas para efetivar a migração. "No entanto, tentamos igualar as taxas e as condições, já que estamos alongando os prazos", salienta. "Sempre ocorreu essa recompra de dívidas. Quando o cliente tem ao menos 50% da dívida paga, vem negociar para ampliar sua margem", completa.

Na opinião de Guimarães, no entanto, a tendência é de que a recompra de dívidas diminua por conta da nova norma do Banco Central que prevê a divulgação do Custo Efetivo Total (CET) do empréstimo, que inclui os encargos mais as taxas de juros cobradas. "Tende a diminuir, por conta dessa nova regra imposta pelo BC, pela qual o cliente vai tomar empréstimo em cima do custo efetivo, e no momento que for recalcular vai ser só pela taxa de juros, o que vai tornar a rolagem do ativo não tão interessante", explica.

Para ele, o mercado de consignado continua atrativo para os bancos. "Existe muita demanda ainda, e hoje há uma quantidade menor de bancos que oferecem esse tipo de empréstimo, o que favorece o mercado", diz. Em relação ao impacto da alta dos juros sobre o consignado, ele afirma que há pouco efeito. "O cliente ainda olha mais se a parcela cabe no bolso", finaliza.

Fonte jornal DCI - Luciana Bruno


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